terça-feira, 28 de abril de 2015

CARTA AO PREFEITO DE MOGI MIRIM LIDEROU ONTEM - DIA 27 - O UNIVERSO DE ACESSOS PELO MUNDO NO NOSSO BLOG -VEJA O GRÁFICO GOOGLE...

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INSISTA NO SONHO.: SEU RIBEIRO - POETA MÚSICO, AMIGO DE ALGUM TEMPO, ...

INSISTA NO SONHO.: SEU RIBEIRO - POETA MÚSICO, AMIGO DE ALGUM TEMPO, ...: Seu Ribeiro 15 h  ·  Editado  ·  "Então ela entendeu que ele estava bravo não por desconfiar de seu afeto, tão...

segunda-feira, 27 de abril de 2015

CARTA ABERTA A GUSTAVO STUPP - do jornalista-cronista Maurinho Adorno - AO PREFEITO DE MOGI MIRIM - QUE CAUSOU IMENSA REPERCUSSÃO...

Já vi pessoas darem tapa com luva de pelica na cara da outra, más com tanta educação e cortesia, enfim tocando em verdades, que todos cidadãos Mogimiriano devia de saber e ler está carta aberta ao Sr. ilustre Prefeito de Mogi Mirin Luis Gustavo Stupp e todo seu secretariado e cargos comissionados, deveriam de terem o mínimo de vergonha na cara e saber que suas imagem independente do que irá acontecer foram manchadas (negativamente), pouco se importam com o futuro da cidade de Mogi Mirim, na boa pede pra sair ficará mais honrado e digno como o Sr. Maurinho Adorno diz na carta. Rony Gallo


Carta aberta a
Gustavo Stupp
Maurinho Adorno
Com uma votação de apenas 35,27% dos eleitores da cidade, você se tornou o prefeito de Mogi Mirim. É o sistema eleitoral vigente, e não cabe, aqui, discutir a sua representatividade. Com sua diplomação e a consequente posse, você se tornou o Chefe do Executivo e a esperança de 100% dos mogimirianos, incluindo, é lógico, os que não sufragaram seu nome nas urnas, pois todos nós amamos essa terra “nascida dos bandeirantes”. Tínhamos esperança de que você, um jovem, imprimisse um dinamismo sadio para promover o desenvolvimento, com assessores capacitados e de “ficha limpa”.
Você nos decepcionou. Apresentou projetos atabalhoados, deixando claro que não possuía a mínima capacidade de gerir a coisa pública. Falhou no organograma funcional e se viu instado a prestar contas ao Ministério Público (MP). Sem justificativa, montou sua equipe com pessoas de outras cidades, desprezando os capazes e honestos profissionais liberais da cidade, assim como os abnegados funcionários de carreira da administração municipal. Escolheu alguns nomes de capacidade e honradez duvidosas.
Como os velhos caudilhos nefastos da política brasileira, você conquistou maioria na Câmara Municipal, e a usou como capacho. Acionou seu rolo compressor e aprovou projetos de legalidade questionável, a maioria deles encaminhados ao MP para apuração, e com caminho certo à Justiça. Você pode se considerar um vencedor: é, com certeza, o recordista em ações por ilegalidade e indícios de malversação do dinheiro público em toda nossa história. Você pavimentou mal sua caminhada.
A contratação da empresa de seu escudeiro político e companheiro de partido, vereador Ary Macedo, para prestar serviços médicos à Prefeitura, é apenas a ponta de um iceberg. Esse descalabro que resultou em sua cassação é o primeiro. Com certeza, você será réu em outros processos e provavelmente condenado em mais alguns deles. Independente de você recorrer, o juiz final é a população. Hoje, pelos quatro cantos da cidade, sua administração é taxada como um verdadeiro desastre.
Seu nome ficará na história. Salvo lapso de memória, você é o primeiro prefeito da bicentenária Mogi Mirim a ver instalado um processo de cassação de mandato. Mesmo que você consiga sair ileso, seu nome está maculado no sentimento de cada mogimiriano. As esperanças se esvaíram e você é o principal responsável pelo desencanto de um povo que paga seus impostos e aguardava um mínimo de retorno em saúde, educação, e outros serviços. Seu mandato acabou!
Eu ainda deposito esperança em você, jovem Gustavo Stupp. Esperança de que você reflita os males que fez à cidade e que fará se insistir em continuar à frente da Administração Municipal. Mogi Mirim perdeu a credibilidade em seu governo. Eu espero que Ele te ilumine e o faça refletir. Minha esperança – e é a última – é que você tenha um pouco de amor e respeito à cidade onde nasceu. RENUNCIE.
  • Você, Maurinho Adorno e outras 4 pessoas curtiram isso.
  • Maurinho Adorno Agradeço suas palavras, Rony Gallo.

    Estamos em um momento crítico, mas vai passar.
    Em 2016, mudaremos esse quadro.
  • Rony Gallo Espero viu Maurinho Adorno, pois hj. como o Sr. disse na carta, nos quatro cantos da cidade de Mogi Mirim, só si fala das palhaçadas e dos desvios de verbas públicas (municipais) pois foi o que eu estava conversando com um amigo da GCM de Mogi Mirim, o cidadão em questão, não ganha uma eleição nem para sindico de condomínio rsrsrsrsrs... pq. será né!!!??? Pois para uma tal postura e cargo vc. tem que ter princípios de honestidade e boa conduta coisas que ele não tem.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

A MÚSICA SERTANEJA PERDE O FUNDADOR DO TRIO PARADA DURA: MANGABINHA... Veja um pouco da história deste famoso músico, acordeonista...

A música sertaneja perde Mangabinha, fundador do Trio Parada Dura - Cultura Caipira Blog


Posted: 23 Apr 2015 10:58 AM PDT

A música sertaneja perde Mangabinha, fundador do Trio Parada Dura

A música sertaneja perde Mangabinha, fundador do Trio Parada Dura

Olá pessoal do Cultura Caipira Blog. A música sertaneja perde Mangabinha, fundador do Trio Parada Dura. O músico faleceu hoje em Belo Horizonte, aos 73 anos, vítima de infarto. O músico tratava de diabetes e estava internado há uma semana. Em nosso artigo “Nossa homenagem ao Dia dos Pais: O Carro e a Faculdade com Trio Parada Dura”, falamos um pouco sobre Mangabinha e a história do trio mais famoso do Brasil:
Trio Parada Dura foi criado em 1973, tendo em sua formação inicial Mangabinha, Delmir e Delmon. Três anos antes, em 1970, Mangabinha chegou a gravar um LP num trio formado com a dupla Gino e Geno. A segunda formação foi em 1975 com Creone e Barrerito, e sem dúvida foi com estes componentes que o Trio Parada Dura atingiu o sucesso e o auge de sua carreira, até que em 1982 um acidente de avião com o Trio Parada Dura deixou Barreirito tetraplégico. Ele ficou algum tempo ainda com o grupo, mas depois assumiu carreira solo. Em 1987, no lugar de Barreirito, seu irmão Parreirito assumiu e deu início à próxima formação do trio. Separaram-se novamente em 1992 e em 1996 a formação já era de Mangabinha, Parrerito e Creonito. Creone retornou novamente em 1998 e ficaram juntos até 2006. Em 2007, deu-se a formação atual com Leone, Leonito e Mangabinha.
Parrerito e Creone juntaram-se com Xonadão, formando um novo trio que também utiliza o nome Trio Parada Dura, o que está inclusive sendo tratado judicialmente. Independente das duas formações atuais, fato é que o Trio Parada Dura, com seus quase 30 discos lançados , incluindo coletâneas, é ainda um nome de muito peso na música sertaneja, que na época começava a se tornar mais distante da sua origem, a música caipira, com o trio chegando a ser classificado de breganejo. Seguindo a linha de Léo Canhoto e Robertinho e Milionário e José Rico, suas músicas falam e muito de desilusões amorosas, dramas pessoais, e histórias mais picantes sem serem vulgares, que caíram no gosto popular. São canções muito conhecidas por públicos de todas as idades, graça à vários pout-pourri e regravações de clássicos, como: Avião das Nove, As Andorinhas, Telefone Mudo, Blusa Vermelha, Luz da Minha Vida, Parede e Meia, Arapuca, Barco de Papel, Cama Vazia, Faz Isso Não Paixão, O Doutor e a Empregada, Fuscão Preto, Panela Velha, Bobeou a Gente Pimba… dentre outros ;)
Além da grande história com o Trio Parada Dura, Mangabinha era um excelente sanfoneiro, e além de seus arranjos marcantes nas músicas bem conhecidas pelo público sertanejo, também gravou vários discos solo e fez participações com inúmeros artistas. Abaixo, uma participação do Trio Parada Dura no Viola Minha Viola de 1980 – na época apresentado por Moraes Sarmento – já com a formação mais famosa com Creone, Barreirito e Mangabinha, e a música Homem de Pedra:
O ano de 2015 não está sendo fácil para quem aprecia a música sertaneja e caipira, com as perdas de José Rico, Inezita Barroso e, agora, de Mangabinha.
Imagem: capa do primeiro disco do Trio Parada Dura: Quero Falar com Alguém, de 1974
Fonte da notícia, com informações de Aline Morais, do Sertanejo Bão

terça-feira, 21 de abril de 2015

NOSSO SABERLADINO: ARTUR NOGUEIRA - BAIRRINHO - ALMEIDA/FILIPPINI - H...

NOSSO SABERLADINO: ARTUR NOGUEIRA - BAIRRINHO - ALMEIDA/FILIPPINI - H...: Claudete Filipini  compartilhou um  link . 42 min  ·  saberladino: CAPELA COM MAIS DE 300 ANOS - BAIRR...

NOSSO SABERLADINO: VOZ DE RANCHARIA: FERREIRA MARTINS - amigo do Nels...

NOSSO SABERLADINO: VOZ DE RANCHARIA: FERREIRA MARTINS - amigo do Nels...: <iframe width="1280" height="720" src="http://www.youtube.com/embed/b9eE63XU6vs" frameborder="0"...

CAPELA COM MAIS DE 300 ANOS - BAIRRINHO - ARTUR NOGUEIRA - TRAZ HISTÓRIA DE VÁRIAS FAMÍLIAS, INCLUSIVE ALMEIDA-FILIPPINI... VEJA QUE APRECIÁVEL MATÉRIA COM FOTOS E COMENTÁRIOS... PARABÉNS AO PARENTE HISTORIADOR - HELTON BASSI FILIPPINI.

Capela construída para catequizar índios completa 348 anos em Artur Nogueira

De acordo com sitiante nogueirense, pequena igreja foi inaugurada no dia 3 de outubro de 1666 para catequizar nativos que viviam na região


Localizada próximo ao rio Pirapitingui, no Bairrinho, a Capelinha, como é conhecida, marca a história de um município. Foi ali que há 348 anos diversos casamentos e batizados começaram a ser realizados. Atualmente, o local apresenta rastros do tempo. Velhas paredes que resgatam a vida de pessoas que fizeram de Artur Nogueira o município Berço da Amizade.
De acordo com relatos foi no dia 3 de outubro de 1666, há exatos 348 anos, que se inaugurou a capelinha. Construída pelo missionário espanhol Heitor Rodrigues, a igreja foi fundada com o objetivo de catequizar nativos que viviam nesta região. Em entrevista ao Portal Nogueirense, o atual proprietário das terras onde está localizado a Capelinha, João Santiago Martins, o Tataio, descreveu detalhes sobre a origem da pequena igreja. A história conta que nesse período o Brasil ainda possuía muitos índios, por isso a igreja foi fundada.
“No período em que navio subia e descia no Brasil, os estrangeiros começaram a trazer pessoas para a região. Aqui eles encontraram os silvícolas, ou seja, os nativos. Nessa história, teve um missionário que veio para a nossa região e começou a ensinar os índios. Para isso ele fez uma capela. Foi assim que a região se desenvolveu e a capelinha está até hoje entre nós. Ela foi planejada, construída e inaugurada por Heitor Rodrigues”, explica Tataio, hoje com 71 anos.
IMG_1517Tataio é o atual proprietário das terras onde está localizada a Capelinha 
Ainda segundo o sitiante, Heitor constituiu família aqui em Artur Nogueira, com isso a Capelinha foi passada nas mãos de diversas gerações. Os primeiros registros oficiais da utilização do espaço foram realizados pelo senhor Benedito Antônio de Almeida, que chegou no município em 1840. Vindo de Campinas, Almeida comprou a fazenda Santa Cruz da Boa Vista, onde ficava localizada a capela.
capelaFoto tirada por volta de 1900 mostra a família em frente a capela
Depois de 37 anos, a fazenda passou para outras mãos. Foi através do casamento entre a filha do senhor Benedito, Carlota Maria de Almeida, com Luiz Filippini, em 1877, que a fazenda foi dada como herança ao casal. Segundo Helton Filippini, que além de amar a história nogueirense tem parentescos com Luiz Filippini, o registro mais antigo da capelinha é o do casamento de Benedito de Almeida, em 1840.
Helton Filippini
O tataravó de Helton Filippini pode ter ajudado na reconstrução de uma nova capela

Acredita-se que a região do Bairrinho era um pouso de tropeiros, onde viajantes e cavaleiros paravam para descansar. A estrada que passa em frente à capela é uma remanescente do caminho que o Anhanguera, um dos mais importantes bandeirantes que desbravou o interior do Brasil durante o período colonial, abriu para ir a Goiás.
A capela ficava, antigamente, nas proximidades do meio do caminho entre Campinas e Mogi Mirim. “Aqui era o lugar onde se parava para descansar tanto para quem estava indo quanto para quem estava voltando”, conta Filippini.
Tropas
Construção
Na época a capela era de tijolos. Filippini não descarta a possibilidade de ter existido outra capela, de taipa, antes mesmo da construção conhecida pelas fotos. O que levanta as chances da capela ter passado por uma reforma antes de existir qualquer registro.
“Eu acredito que meu tataravó tenha ajudado na reconstrução da capela”, palpita Filippini. “Acredito também que havia outra coisa mais precária e que ele construiu a que tem hoje. Isso deve ter acontecido no fim do século 19, porque em 1850 não se usava tijolo e sim taipa de pilão, ou seja barro e palha”.
Por falta de informação, devido aos anos que já se passaram, não foi descoberto ao certo quem foi o padroeiro da igreja. Filippini supõe que seja Santa Bárbara. “Segundo meu avó materno, que atualmente tem 90 anos, a imagem que tinha dentro da capela era de Santa Bárbara.”
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Tataio concorda com Fillipini. “Eu conheci como padroeira da Capelinha a Santa Bárbara. Agora, há outros que dizem ser São Jerônimo. Mesmo assim, acredito fortemente que seja Santa Bárbara”.
Em alguns registros encontrados pela família Filippini é possível comprovar que havia um padre que atuava assiduamente na capela. “Nos registros são apontados vários batismos e casamentos”, explica Filippini. O nome do vigário Antônio Caravela aparece em alguns documentos. Mas o padre que está nas fotos não foi reconhecido. “Não sabemos ao certo se este é o padre francês, ou o padre José Michaude, que residia em Mogi Mirim na época da foto.”
Padre Francês
Atualidade
A equipe do Portal Nogueirense foi até o local para conhecer a Capelinha. Atualmente a igreja não recebe mais visitas e está abandonada. Mesmo cheia de rachaduras e sem reboco, a pequena igreja chama a atenção de quem passa por ali.
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A surpresa foi ver um local tomado por marimbondos, com grandes rachaduras na parede, telhas quebradas e um altar cheio de poeira e sujeira. Mesmo sendo afetada pelo tempo alguns santos ainda continuam ali.
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Mas outro item chama a atenção. Dentro da capela existe uma privada. A pergunta foi direta e rápida: Como isto veio parar aqui? Segundo Tataio, como muitos viajantes paravam ali a igreja se tornou um ponto de descanso. “Depois de um tempo, as pessoas começaram a morar e usar a capela como um dormitório. Hoje, ela é trancada para que isso não aconteça mais”, conta.
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A imagem, que segundo o proprietário é de Santa Bárbara, foi retirada pelo pai de Tataio junto com a cruz. Mas a inscrição do nome da capela ainda existe. Quase apagada pelo tempo.
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Parte das propriedades da família Filippini, a Capelinha já foi oferecida para a prefeitura para ser tombada como patrimônio histórico. Isso se deve ao fato de que mesmo com vestígios do tempo a pequena igreja contém parte de uma importante história do município.
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